Presidente do Brasil viaja para Cabo Verde para a XII Cúpula da CPLP

O presidente do Brasil, Michel Temer, foi hoje a Cabo Verde, onde participará até amanhã da XII Cúpula dos Chefes de Estado e de Governo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).

Presidente do Brasil viaja para Cabo Verde para a XII Cúpula da CPLP

Brasília, 17 de julho (EFE) - O presidente do Brasil, Michel Temer, viajou hoje para Cabo Verde, onde participará até amanhã da XII Cúpula de Chefes de Estado e de Governo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).

Durante a conferência, que terá lugar na ilha do Sal, Temer vai transferir a presidência rotativa do grupo para o seu homólogo em Cabo Verde, Jorge Carlos Fonseca.

O Brasil assumiu a presidência da comunidade em 1 de novembro de 2016, e durante esse período organizou uma dúzia de reuniões ministeriais da CPLP, além de outros atos relacionados às áreas de saúde, educação, cultura, governo digital e meio ambiente, entre outros.

Na quarta-feira terá lugar a reunião dos chefes de estado e de governo da CPLP e depois a sessão plenária.

O objetivo do encontro em Cabo Verde é "dar continuidade" à "Nova Visão Estratégica" da CPLP, um roteiro para o período 2016-2026 aprovado na última cúpula, realizada há dois anos em Brasília, explicaram fontes oficiais brasileiras.

Este documento propôs várias iniciativas para consolidar a comunidade como mecanismo de acordo político e ocupar um espaço maior no cenário internacional, bem como para aumentar os esforços de difusão da língua portuguesa no mundo.

Da mesma forma, a "Nova Visão Estratégica" ratificou o compromisso da comunidade lusófona de cooperar para alcançar, no mais curto prazo, os objetivos de desenvolvimento propostas sustentáveis pelas Nações Unidas até o ano de 2030.

A CPLP tem como membros integrais Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste.

A comunidade já teve observadores da Geórgia, Ilhas Maurícias, Japão, Namíbia, Senegal e Turquia, com o Uruguai, a Hungria, a Eslováquia e a República Checa há dois anos, e agora aceita a Argentina, o Chile e sete outros Estados. EFE



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